Sinto minha sétima vida se esvaindo. Deixando meu corpo junto de cada gota de sangue que escorre pelo meu pulso de encontro ao chão do banheiro. A dor não mais me incomoda, ao contrário, tornou-se um alívio. Ao mesmo tempo, a necessidade de alivio tem sido cada ver mais constante. E o que me preocupa nisso tudo é que eu não sinto mais todo aquele medo. Eu era menos perigoso com todo aquele medo.
Hoje eu vou sair, beber da vida, beber do elixir gerador de todos e comemorar todas as lágrimas e sangue derramados. Todas as oportunidade não oferecidas e a única perdida. Vou comemorar a vida, afinal eu estou. Porém vou comemorá-la à altura do que ela é. Não tentem me alcançar desta vez, o poço está ficando cada vez mais fundo, e a água, subindo.
Quetskya.

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