domingo, 25 de agosto de 2013

Aos braços de uma doce amizade.



Ontem me ocorreu  que estava me sentindo como Atlas, carregando um peso enorme nas costas. Com mais coisa do que eu pudesse lidar. Estava me sentindo completamente sozinho, embora estivesse sendo apoiado por muitos amigos. E posso dizer amigos mesmo. O problema é que eu me mantive, durante certo tempo, distante, quieto, para que não enchesse a cabeça destas pessoas que nada podiam fazer por mim. Então usava do subterfúgio do sorriso aparente e me armava para esta guerra social.
Porém ontem encontrei uma grande amiga que há muito não via, que já me ajudou bastante e retornou agora para me socorrer. Ela sabe de minhas angústias e se propôs a me ajudar em tudo o que ela pudesse ousar fazer. Em algumas coisas, claro, ela não ousaria se meter.
Foi um certo alívio saber que eu não vou precisar passar por tudo sozinho, que certas coisas eu poderei compartilhar com alguém e que este alguém vai poder fazer algo para me ajudar. Os deuses colocaram ela em meu caminho e agora fizeram com que ela retornasse. Agradeço muito pela sua tão preciosa amizade, é algo importante e certamente isento de qualquer sentimento egoísta.

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