quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Dica de Leitura.


Há alguns dias eu estava circulando em uma livraria, esperando a hora passar. Não andava com muita pressa para nada, ou quase nada. Folheava alguns livros que me chamavam a atenção, afim de decidir quais comprar. Muitos eram deveras interessante e a tentação de levá-los era enorme, mas tive de me contentar apenas com alguns. Escolhi um da prateleira e a temática pouco me interessou. Anjos. Devolvi-o, mais à frente escolhi outo, mesma temática. Folheei-o, desinteressante. Não o quis levar, porém algo dentro de mim me fez sair daquela livraria com o livro mesmo assim. "Dinheiro jogado fora", pensava eu. 
Há um certo tempo tudo tem sido muito confuso em minha vida. As coisas tem estado totalmente fora dos trilhos e eu estava buscando algo que me trouxesse de volta a mim. Decidi então matar a curiosidade do porque eu trouxe aquele livro sem ao menos querer. Comecei a ler e me surpreendi com o mesmo. Seu nome é "Como ver seus Anjos, Theresa Cheung".
A abordagem do livro é fazer com que o leitor identifique a ação dos anjos no cotidiano de cada individuo, por mais singelo que seja. A pessoas que concordam, outras que discordam. Muitas mais experientes, porém não se deve negligenciar o poder de sua fé e nunca deixar de ouvir a sua intuição. Ao ler o livro, como qualquer outro, estive disposto e de coração e mente abertas para receber as mensagens do divino como dizia no livro. Os resultados foram surpreendentes. 
Ele me ajudou a olhar mais para mim, buscar mais as respostas que procurava dentro de mim e não dentro das outras pessoas. Em gral, colocar-me no centro de minha vida, assumir o controle. Ouvir mais e falar menos, o que tem se mostrado extremamente necessário e proveitoso, posso dizer. Considerando os fatos ali descritos, pude perceber as ações desses seres celestiais sob minha vida. E isso tem sido de grande ajuda. 
A autora, em minha opinião, tem uma visão um tanto limitado do etéreo, e por vezes se apega apenas aos anjos quanto a alguns temas, mas afinal este é o tema, não podemos julgar. É claro que é preciso ter o mínimo de senso crítico para peneirar o que se é proveitoso e o que é apenas a opinião dela, mas em geral, é um bom livro, que trabalha de forma expetacular a maneira de agir do dia a dia, conciliando a correria do cotidiano com a paz interior de cada um. Confesso que, embora grande e por hora massante, traz experiências cativantes e acima de tudo, ajuda a afiar sua fé no divino. E isso é, sem dúvidas algo importantíssimo. 
Embora tenha quem dia o contrário, eu afirmo que me foi bastante útil essa leitura (Inacabada, ainda) e que tem me feito acalmar minha mente conturbada e que, quando se está disposto a perceber e receber o divino em si, a magia acontece por si só. Como disse, certa vez, uma bruxa que admiro muito: "Mais importante do que ser celebrados os ritos, a magia deve ser vivida." Parafraseando-a termino dizendo que vale a pena manter-se sempre aberto a novas experiências e as que esse livro propõe são de grande proveito.

Boa leitura.
Atenciosamente,
Danilo Nascimento.

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